
A cultura do coco se destaca em muitos países não só pelos aspectos econômicos, mas também os sociais e ambientais. A gama de produtos que podem ser exploradas com esta frutífera a torna reconhecida como importante recurso vegetal para humanidade. Nos últimos anos, a intensificação de áreas de cultivo e de produção é percebida em várias partes do mundo. No Brasil o avanço da cultura ocorre não só pela evolução em patamares produtivos, que condicionam ao país lugar de destaque entre os maiores produtores mundiais, mas também, pela expansão da área cultivada em regiões não tradicionais de cultivo.
Em 1990 o Brasil ocupava a 10° posição no ranking mundial, com uma produção ao redor dos 477 mil toneladas de coco. Atualmente, o país é o 4º maior produtor mundial com uma produção aproximada de 2,8 milhões de toneladas, em uma área colhida de 287 mil ha de coqueiros. Esta condição de destaque do Brasil no cenário mundial de produção de coco se sobressai ainda mais quando se compara aos países da América do Sul, região na qual a produção brasileira é responsável por mais de 80%. Fonte: FAO (2011).
De acordo com CIN (2010), a partir de 2002 até 2006, houve incremento de 19% nas exportações de coco fresco. No ano de 2006, o Brasil exportou para países como a Holanda, Canadá, Itália e Alemanha. Porém, nos últimos anos (2005-2009), o Egito, a Argentina e a Turquia são considerados os maiores importadores de coco brasileiros, seja fresco ou seco, com ou sem casca, seguidos de Portugal, EUA e Paraguai.